nao de esmola, de bolacha

ajude os pedintes. Se alimentando bem,  a vida melhora.

so nao de nada que machuque se jogarem em voce. 🙂

 

Pais gordos exploram filhos magros.

Comida beneficia diretamente a pessoa, e nao um explorador qualquer.

 

 

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micro-pagamentos, pagando por coisas boas da internet

Ao usar a internet, encontro coisas realmente uteis ou interessantes (exemplo: software shutter, tira foto da tela e edita) e o autor pede uma pequena doação. Mas ai tenho que usar paypal ou pag-seguro por causa de alguns reais e acabo perdendo o incentivo pois tenho que fazer login, etc. Depois de um tempo, instalo de novo, em outra maquina de amiga ou reformato o meu . Surge o mesmo problema: o trabalho que dá contribuir com pouco valor. Ai que entra o flattr.

Flattr  (de “flattery”, significa elogio) funciona assim: Voce estipula que vai gastar, digamos, 10 reais por mês. Ai vai navegando pela internet, um video aqui, um blog ali, até encontrar algo que realmente gosta e que tem um link pro flattr. Então você clica (manda um flattr), como  forma de elogiar a obra do autor. Ao navegar mais pela internet, emcontra outra obra-prima e manda um flattr para a  autora. No fim do mês,  aqueles seus 10 reais são dividos entre todos aqueles cliques de flattr que você deu. O autor recebe alguns trocados de cada visitante. Se achou pouco o que os autores recebem, aumente o mensal, digamos 50 reais. Legal né? A idéia e ter uma economia ativa, compartilhando não só conteúdo mas dinheiro também. Você também pode receber por seu conteúdo.

Há também questões interessantes: se você não usa, os 10 reais vão pra caridade de sua escolha.   Além disso eles cobram 10% dos ganhos do autor para cobrir custos operacionais.

O twitter ficou  desconhecido por anos após sua criação, em 2006. Apesar de pequeno, esse serviço flattr promete, pois facilita o micro-pagamento e incentiva bom conteúdo na rede. É esperar pagar pra ver. Depende dos “early adopters”, para formar a bola de neve.

Saiba mais:

http://flattr.com.br/

serviços de manutenção: cobram muito, fazem pouco

A qualidade dos serviços prestados em São Paulo deixa a desejar. Será que se repete em outas cidades? Será pior ? Nos acostumamos com a baixa qualidade dos serviços? Temo que sim, infelizmente :-(.

Paguei caro para mandar arrumar o carro. R$460,00: a vista, em dinheiro e sem pedir desconto. É, tenho essa mania de honestidade sendo uma das minhas frases preferidas  “always try to do the right thing”, dita por  Da Mayor, um personagem do filme de Spike Lee  – faça a coisa certa, embora eu tenha minha própria interpretação do sentido da frase.

Mas a qualidade nao foi das melhores. Arrumaram o óleo vazando, mas quebraram a mangueira de gasolina e fiquei sem gasolina depois de alguns quilômetros.Parei em outra oficina pois não dava para voltar na que fez o des-serviço. Desconfio ate de má fé, racismo , etc. Mas nesses casos é dificil provar pois é tudo muito velado, discreto.

Outro problema foi a nota fiscal, quero dizer, o recibo. Uma foto cópia meio apagada, com pouca tinta, quase ilegivel. Da a impressao que foi feito para se desgastar com o tempo,  nao servindo como prova do que foi feito.

O mecânico fez o serviço tão rápido que até esqueceu uma ferramenta no carro.

Por outro lado, é o que recebemos por procurar alternativas rápidas: pequenas oficinas, mal equipadas e com pessoal  pouco qualificado.

Deveria ter uma especie de pague-seguro na vida real. Pagamos , mas só recebem se o serviço for bem executado. Ou recebem tudo , mas aos poucos, pois dá tempo de verificarmos a qualidade do serviço. Isso pode ser feito com cheques pré-datados, mas parece ser  um mau uso do recurso bancário.

Um sistema de pagamento lento, com possibilidade de acionamento na justiça ou procon, com pontuação de devedor/pagador, logs (registros) das ocorrências (fotos, documentos, etc) seria ideal, pois aumentaria a qualidade do serviço e tornaria o processo menos estressante. Seria bom até para o prestador de serviço, que teria sua credibilidade aumentada.

Mãe educando sua filha no Ã´nibus

Vi no ônibus ontem (177p na casa verde, são paulo) uma mãe conversando com sua filha sobre como foi a aula no dia anterior.

É dificil ver pais falando com filhos, com interesse.

Nesse caso, ela perguntava detalhes sobre a disposicao da sala, quantas crianças estavam juntas etc.

Parecia querer incentivar a memória e o raciocinio da menina.Parece que funciona pois a criança tinha uma boa dicção, falava bem, raciocinava antes das respostas.

Mas a mãe parecia exagerar na dose pois fazia questões com cobrança, um pouco brava na entonação. Parecia que estava falando com uma adulta. Notei que a criança não ria muito, era um pouco séria. Isso não  é bom. Sentia a cobrança sem se dar conta de que aquilo não é normal, de que poderia ser de outra maneira.

Sei que não é fácil dar palpite na vida alheia, mas na minha opinião, a mãe deveria perguntar, mas tambem elogiar, com um sorriso no rosto, como se agradecesse o presente que tem. Em um mundo de ignorantes ela tem uma filha inteligente mas que pode ser melhor ainda com apoio e elogios.