micro-pagamentos, pagando por coisas boas da internet

Ao usar a internet, encontro coisas realmente uteis ou interessantes (exemplo: software shutter, tira foto da tela e edita) e o autor pede uma pequena doação. Mas ai tenho que usar paypal ou pag-seguro por causa de alguns reais e acabo perdendo o incentivo pois tenho que fazer login, etc. Depois de um tempo, instalo de novo, em outra maquina de amiga ou reformato o meu . Surge o mesmo problema: o trabalho que dá contribuir com pouco valor. Ai que entra o flattr.

Flattr  (de “flattery”, significa elogio) funciona assim: Voce estipula que vai gastar, digamos, 10 reais por mês. Ai vai navegando pela internet, um video aqui, um blog ali, até encontrar algo que realmente gosta e que tem um link pro flattr. Então você clica (manda um flattr), como  forma de elogiar a obra do autor. Ao navegar mais pela internet, emcontra outra obra-prima e manda um flattr para a  autora. No fim do mês,  aqueles seus 10 reais são dividos entre todos aqueles cliques de flattr que você deu. O autor recebe alguns trocados de cada visitante. Se achou pouco o que os autores recebem, aumente o mensal, digamos 50 reais. Legal né? A idéia e ter uma economia ativa, compartilhando não só conteúdo mas dinheiro também. Você também pode receber por seu conteúdo.

Há também questões interessantes: se você não usa, os 10 reais vão pra caridade de sua escolha.   Além disso eles cobram 10% dos ganhos do autor para cobrir custos operacionais.

O twitter ficou  desconhecido por anos após sua criação, em 2006. Apesar de pequeno, esse serviço flattr promete, pois facilita o micro-pagamento e incentiva bom conteúdo na rede. É esperar pagar pra ver. Depende dos “early adopters”, para formar a bola de neve.

Saiba mais:

http://flattr.com.br/

Mãe educando sua filha no ônibus

Vi no ônibus ontem (177p na casa verde, são paulo) uma mãe conversando com sua filha sobre como foi a aula no dia anterior.

É dificil ver pais falando com filhos, com interesse.

Nesse caso, ela perguntava detalhes sobre a disposicao da sala, quantas crianças estavam juntas etc.

Parecia querer incentivar a memória e o raciocinio da menina.Parece que funciona pois a criança tinha uma boa dicção, falava bem, raciocinava antes das respostas.

Mas a mãe parecia exagerar na dose pois fazia questões com cobrança, um pouco brava na entonação. Parecia que estava falando com uma adulta. Notei que a criança não ria muito, era um pouco séria. Isso não  é bom. Sentia a cobrança sem se dar conta de que aquilo não é normal, de que poderia ser de outra maneira.

Sei que não é fácil dar palpite na vida alheia, mas na minha opinião, a mãe deveria perguntar, mas tambem elogiar, com um sorriso no rosto, como se agradecesse o presente que tem. Em um mundo de ignorantes ela tem uma filha inteligente mas que pode ser melhor ainda com apoio e elogios.